quinta-feira, 26 de janeiro de 2012

Eu e o Doutor (Parte 1)

Eu e o Doutor (Parte 1)
Lindos, acabando de chegar em casa. 
Depois do bistrô, nos dirigimos à casa de Ricardo, pois estava tendo um vernissage promovida pelos pais dele. Lá conheci um homem que se mostrou muito interessado em mim e também muito interessante. 
Essa pessoa, a qual não citarei o nome, é um médico psiquiatra e está na cidade à trabalho. Como sou graduando em psicologia, tivemos alguns assuntos a debater e assim foi possível que nos aproximássemos sem que ninguém percebesse nada. Além do fato de que fomos apresentados pelo anfitrião.
No meio da conversa, chamei ele pra ir para aparte externa na linda casa de Ricardo, já que tinha intimidade e acesso aos ambientes e ele me seguiu.
Chegando lá, ele quis continuar o assunto, mas eu, como se nada quisesse, acabei mudando de assunto e perguntando se ele era casado e se estava em algum hotel. Ele foi afirmativo para as duas perguntas.
Conversa vai, conversa vem; resolvi perguntar a ele se ele já havia ficado com algum homem e ele logo se assustou, então joguei a questão pro lado da psicologia e disse que era só por experiência, pra entender um pouco mais como era estar do outro lado. Mas ele respondeu que nunca havia se relacionado com homem algum e logo mudei de assunto, mas isso foi só uma estratégia minha.
Depois que percebi já ter despertado curiosidade o bastante nele com os meus olhares e toques sobre seus ombros, disse que iria embora. Ele mais que rápido perguntou se eu morava longe e eu disse que não muito e estava até indo à pé para fazer uma caminhada e matar a saudade da cidade. 
Ele prontificou-se a me levar. Disse que assim eu poderia até contar a ele sobre a viagem e eu fui.
No meio do caminho pedi que ele parasse o carro. Ele parou. Eu disse que precisava checar se havia pegado o meu celular e abri a bolsa deixando cair um preservativo.
Ele, rindo, brincou perguntando pra seria, já que eu parecia ser uma pessoa tão recatada. Eu respondi dizendo que precisava pros meus compromissos extra. 
Ele, mais que rápido, perguntou que compromissos seriam estes e eu logo respondi que seria pros compromissos que teria com ele.
Como num choque, ele ficou gélido! Mas foi só eu pegar em sua mão e dizer algumas que ele ficasse calmo e ele logo se acalmou. Eu disse que era uma brincadeira e ri.
Ele, ainda aflito, riu e olhou nos meus olhos (talvez se certificando de algo), mas ao perceber isso, eu cuidadosamente perguntei a ele se ele queria experimentar algo novo. Aproveitar que ambos haviam chegado de viagem e precisavam de algo pra relaxar.
Ele timidamente me perguntou se eu queria beijá-lo ali.
Eu então sugeri que fôssemos para o hotel onde ele estava hospedado.
Com um pouco de cautela, entramos no hotel subimos ao quarto.
Chegando lá, ele me serviu uma bebida, mas não aceitei, disse que já havia bebido demais.
Sentamos começamos a bater um papo e ele me perguntou o que eu realmente queria fazer e como seria aquilo.
Eu então respondi: Será como você quiser, desde que seja com prazer. Dependendo do que esteja disposto a gastar, eu estarei disposto a mostrar aquilo que sei fazer.
Ele então percebeu que eu era um garoto de programa e, ainda assustado, deixou que eu me aproximasse e o beijasse.
Diferentemente de outros, o que soava ao redor não era uma música romântica, soava apenas o volume baixo da TV num filme qualquer e o som da respiração forte e ofegante dele enquanto sentia a minha boca passear pelo pescoço, nuca, orelhas e lábios fazendo tudo o que sabia que o deixaria louco e, acredito que realmente o deixei, aqueles gemidos abafados nada mais eram que puro prazer.
Mas não ficou apenas nisso, pois com um pouco mais de ousadia, comecei a tirar o blazer e me apertar por sobre as suas pernas, que tremiam e tentavam me apertar com força...
Aguardem, pois essa loucura continua, e cheia de surpresas. Aguardem...

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